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sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Bolsonaro ironiza Faria Lima, critica mercado "nervosinho" e avisa que vai aumentar de novo os combustíveis

 Depois de estourar o teto de gastos, Jair Bolsonaro critica investidores e reforça sua aposta no caos econômico e na destruição do País

(Foto: Reuters)

Jair Bolsonaro decidiu ignorar as pressões da Faria Lima. "Ao comentar sobre a proposta de oferecer o pagamento de R$ 400 a cerca de 750 mil caminhoneiros para compensar a alta do preço dos combustíveis, Bolsonaro disse que o mercado fica 'nervosinho' e afirmou que deverá ocorrer novo reajuste do preço dos combustíveis", aponta reportagem do jornalista Dimitrius Dantas, no Globo.

"Nos últimos dias, o mercado reagiu com pessimismo à direção adotada pelo governo, que decidiu alterar as regras do teto de gasto para custear um benefício de R$ 400 aos beneficiários do Auxílio Brasil, programa social que irá suceder o Bolsa Família a partir de novembro", aponta ainda o jornalista. Saiba mais:

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que o governo irá cumprir o teto de gastos no pagamento do novo Bolsa Família porque não quer desequilibrar as finanças, e manifestou o desejo que as reformas econômicas continuem caminhando no Congresso Nacional.

Na tradicional transmissão semanal ao vivo pelas redes sociais, Bolsonaro argumentou que a decisão de conceder benefício a famílias de baixa de renda de, no mínimo, 400 reais, respeitará o teto, em um dia marcado por tensão no mercado financeiro por temores com a responsabilidade fiscal.

"Nós temos um teto de gastos... e nós, por que buscamos cumprir o teto de gastos? Porque não queremos desequilíbrio nas finanças do Brasil. Havendo desequilíbrio, a inflação explode, todo mundo perde com isso", disse o presidente na live.

Ao afirmar que há espaço orçamentário para a concessão do Auxílio Brasil, que terá um adicional temporário para chegar aos 400 reais, Bolsonaro comemorou a aprovação do texto-base da PEC dos Precatórios em comissão especial da Câmara e parabenizou o Congresso por dar "o primeiro passo".

O parecer da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi adaptado para abrir um espaço fiscal de mais de 80 bilhões de reais em 2022.

A solução para cumprir os 400 prometidos pelo presidente para o Auxílio Brasil partiu da ala política do governo, deixou para trás o ministro da Economia, Paulo Guedes, e um teto de gastos fragilizados.

Gestada no Palácio do Planalto pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, a proposta nem mesmo passou pelos cálculos da equipe econômica. Fontes da área econômica ouvidas pela Reuters afirmaram que nem mesmo os números usados pelo relator da PEC dos Precatórios, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), foram analisados no Ministério da Economia.

Diante da situação, e da péssima repercussão no mercado, o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram exoneração de seus cargos, marcando uma debandada do primeiro escalão do Tesouro em meio à sinalização do governo de que iria desrespeitar a regra do teto de gastos.

Os secretários vinham defendendo publicamente que a estruturação do novo programa de transferência de renda deveria ficar dentro do teto.

"Tem secretário, como acontece às vezes de ter um ministro, tem secretário que quer fazer valer a sua vontade. Então o ministro deu uma decisão: 'Vamos gastar dentro do teto, porque as reformas continuam'. A gente espera que a reforma administrativa continue, a tributária continue, como foi feita a Previdência no passado, como foi feita aquela da CLT no governo Temer, continuem", afirmou Bolsonaro, sem citar nomes ou dar detalhes.

A confirmação de que o governo planeja driblar o teto de gastos para financiar seu programa de auxílio social ditou uma piora generalizada das perspectivas econômicas do país e levou o principal índice de ações brasileiras a fechar nesta quinta-feira na mínima desde novembro.

Ao mencionar a reação do mercado financeiro ao longo do dia, o presidente disse que o mercado ficou "nervosinho".

"Se vocês explodirem a economia do Brasil, pessoal do mercado, vocês serão prejudicados também", afirmou.

Bolsonaro rebateu, ainda, críticas ao fato de boa parte dos 400 reais de auxílio ter duração limitada, até dezembro de 2022 -- ano da eleição presidencial.

"Aí falam que é eleitoreiro. Seja o que for, eleições é o ano que vem", disse.

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Com nove crimes atribuídos a Bolsonaro, relatório da CPI é oficialmente apresentado

 


Presidente da República, Jair Bolsonaro

  • prevaricação
  • charlatanismo
  • epidemia com resultado morte
  • infração a medidas sanitárias preventivas
  • emprego irregular de verba pública
  • incitação ao crime
  • falsificação de documentos particulares
  • crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo)
  • crimes contra a humanidade (nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos)

Leia mais AQUI

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Relatório da CPI vai mostrar que Bolsonaro cometeu crimes contra a população ao se aliar ao coronavírus

 "Bolsonaro não inventou o coronavírus, mas se aliou a ele contra a população que deveria proteger", escreve o colunista do Globo Bernardo Mello Franco

Jair Bolsonaro e a CPI da Covid

Jair Bolsonaro e a CPI da Covid (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado | Alan Santos/PR)

"A CPI da Covid deve pedir o indiciamento de Jair Bolsonaro pela prática de 11 crimes", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco. O colunista do Globo destaca que o ocupante do Palácio do Planalto é o "protagonista do relatório" da CPI e será apontado como responsável pelo agravamento da pandemia que já matou mais de 600 mil brasileiros.

"Bolsonaro não inventou o coronavírus, mas se aliou a ele contra a população que deveria proteger. Ajudou a espalhar a doença, sabotou as medidas sanitárias, pregou o uso de remédios ineficazes e atrasou intencionalmente a compra de vacinas", escreve o jornalista.

"A barbárie teve o apoio de uma rede de desinformação. O bolsonarismo usou sua máquina do ódio para torpedear o distanciamento social, o uso de máscaras e a confiança nas vacinas. O objetivo era claro: desviar a responsabilidade pelas mortes e desgastar gestores que acreditaram na ciência, escreve Mello Franco, que também acusa Bolsonaro de ter acelerado a circulação do vírus para tentar alcançar a imunidade de rebanho por contágio. 

"Os crimes de Bolsonaro são muitos e serão detalhados no relatório da CPI. A lista irá da prevaricação no escândalo da Covaxin ao homicídio por omissão deliberada, passando por infrações sanitárias, uso irregular de verba pública e charlatanismo".

sábado, 16 de outubro de 2021

PREOCUPANTE! RN TEM MAIS 129 CASOS DA VARIANTE DELTA IDENTIFICADOS. TOTAL JÁ É DE 173 AMOSTRAS POSITIVAS. JOÃO CÂMARA REGISTRA 6 CASOS.

 


O Laboratório Central Dr. Almino Fernandes (Lacen-RN), referência estadual no diagnóstico da Covid-19, recebeu a análise das amostras enviadas à Fiocruz que confirmam mais 129 casos da variante Delta no Rio Grande do Norte. Com isso o estado já soma 173 amostras positivas em 30 municípios.

Os resultados são referentes a amostras coletadas nos meses de agosto e setembro. O maior número de casos é do município de Parnamirim (43), seguido por Goianinha (10) e Nísia Floresta (7). A capital, Natal, tem 5 amostras positivas para a variante Delta.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reforça a necessidade de manutenção das medidas sanitárias, principalmente o uso de máscara e álcool gel, além da vacinação em seu esquema completo, com duas doses.



Lista dos municípios:-

Açu 2
Alto do Rodrigues 1
Antônio Martins 1
Brejinho 1
Caicó 6
Canguaretama 2
Ceará-Mirim 2
Equador 4
Extremoz 5
Guamaré 3
Goianinha 10
João Câmara 6
Jucurutu 1
Macaíba 5
Marcelino Vieira 1
Natal 5
Nísia Floresta 7
Nova Cruz 1
Parazinho 1
Parnamirim 43
Santa Cruz 1
São João do Sabugi 1
São José de Mipibú 5
São Gonçalo do Amarante 5
São Miguel do Gostoso 2
Senador Elói de Souza 2
Tibau do Sul 2
Timbaúba dos Batistas 2
Touros 1
Vera Cruz 1.

FONTE:- SESAP.

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Hidroterapia com Dra Paula Eugênia em Carnaubais


 

Carnaubais: confirmado mais um caso de covid 19


 

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Bolsonaro é vaiado em Aparecida: "genocida", "lixo", "assassino" (vídeo)

 Apesar de ter sido ovacionado por apoiadores, Jair Bolsonaro foi recebido em Aparecida (SP) com muitas vaias, sendo chamado de “genocida”, “lixo” e “assassino”

(Foto: Reprodução)

 Em Aparecida, no interior de São Paulo, nesta terça-feira, 12, dia do feriado que homenageia a padroeira do Brasil, para os católicos, Jair Bolsonaro foi recebido por centenas de pessoas em frente à basílica da cidade.

Ele foi ovacionado por apoiadores, que o chamaram de “mito”, mas também foi vaiado e chamado de “genocida”, “lixo” e “assassino”.

terça-feira, 12 de outubro de 2021

De charlatanismo a genocídio: veja 11 crimes que a CPI da Covid deve atribuir a Bolsonaro

 

A mais recente versão do relatório final a ser votado pela CPI da Covid-19 vai propor o indiciamento de Jair Bolsonaro (sem partido) em pelo menos 11 crimes.

O texto do senador Renan Calheiros (MDB-AL) deverá ser lido no próximo dia 19 de outubro. Se aprovado, o relatório será encaminhado ao Ministério Público Federal (MPDF). Caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, analisar se apresenta denúncia formal ao Judiciário. Além do presidente, outras 40 pessoas serão indiciadas. As listas e os nomes podem sofrer modificações até a votação.

Os crimes atribuídos a Bolsonaro podem render pena superior a 20 anos. Confira:

  • Epidemia com resultado morte
  • Infração de medida sanitária preventiva
  • Charlatanismo
  • Incitação ao crime
  • Falsificação de documento particular
  • Emprego irregular de verbas públicas
  • Prevaricação
  • Genocídio de indígenas
  • Crime contra a humanidade
  • Crime de violação de direito social
  • Incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo e crimes de responsabilidade

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

A um ano das eleições, Bolsonaro carrega a maior rejeição da história

 Datafolha aponta que 59% dizem não votar nele em nenhuma hipótese, 15 pontos percentuais a mais do que em sua eleição, em 2018

(Foto: Jornalistas Livres | ABr | PR)

Jair Bolsonaro chega ao ano eleitoral com a maior carga negativa da história do Brasil. "O total do eleitorado que declara hoje que não votaria de jeito nenhum a favor da sua reeleição é de 59%, 21 pontos percentuais a mais do que seu principal adversário até agora na disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —com 38%. A atual rejeição a Bolsonaro é, disparada, a maior medida pelo Datafolha na comparação com a dos presidentes que foram eleitos nas oito disputas anteriores, incluindo ele próprio em 2018", aponta reportagem de Ranier Bragon, na Folha de S. Paulo.

"Nunca o eleito, de 1989 a 2014, teve mais do que cerca de um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum. Bolsonaro já havia batido esse recorde em 2018. Ele chegou à reta final da campanha com 44% de rejeição, mas conseguiu a vitória no segundo turno. Seu principal oponente, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), também amargava um índice negativo similar, 41%", lembra o jornalista.

Veja a rejeição durante a campanha dos presidentes eleitos

1989 - Fernando Collor (PRN) - 11% a 30% (de junho a novembro de 1989)

1994 - FHC (PSDB) - 12% a 17% (maio a setembro de 1994)

1998 - FHC (PSDB) - 25% a 21% (março a setembro de 1998)

2002 - Lula (PT) - 30% a 29% (nov.2001 a set.2002)

2006 - Lula (PT) - 30% (out.2005 a set.2006)

2010 - Dilma (PT) - 21% a 27% (dez.2009 a set.2010)

2014 - Dilma (PT) - 27% a 33% (out.2013 a set.2014)

2018 - Bolsonaro (PSL) - 33% a 44% (set.2017 a out.2018)

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Brasil está a um dia de ultrapassar 600 mil mortos por covid-19

 Apesar de avanço da vacinação, números da covid no Brasil ainda são trágicos. Estudo em hospital paulista confirma importância inegável das vacinas

Ato de ruralistas causou aglomeração enquanto País registra alta de mortes por Covid

Ato de ruralistas causou aglomeração enquanto País registra alta de mortes por Covid (Foto: Clauber Cleber Caetano/PR | Reuters)

Da Rede Brasil Atual – O Brasil chega nesta quarta-feira (6) a um dia de ultrapassar a marca oficial de 600 mil mortos pela covid-19, após registrar mais 530 vítimas no último período de 24 horas monitorado pelas secretarias de Saúde do país. O total chega agora a 599.359 óbitos causados pelo novo coronavírus. Isso sem contar a subnotificação denunciada por cientistas e reconhecida até mesmo pelo governo federal. Segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), também foram notificados 17.758 novos casos da doença, totalizando 21.516.832 desde o início da pandemia, em março de 2020. Trata-se do segundo país com mais mortes no mundo, mas líder em vítimas neste ano.

A média móvel de mortes, calculada em sete dias, está em 462, mantendo tendência de estabilidade após movimento de queda observado desde a segunda quinzena de abril. O mesmo é observado em relação à média de novos casos, que está em 16.775. A vacinação apresenta resultados inegáveis e o país vive uma situação “confortável” de ocupação de leitos, em comparação com momentos mais graves do surto. Entretanto, cientistas alertam que o cenário ainda inspira cuidados e que o país precisa avançar na imunização.

Vacinas salvam

Até o momento, 47,11% dos brasileiros estão com esquema vacinal completo com duas doses ou dose única, segundo o Ministério da Saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que esta porcentagem deve ser superior a 80% para considerar o surto sob controle. Receberam a primeira dose ao menos 75,88% da população, também segundo o ministério.

Um estudo preliminar divulgado hoje (6) pelo Hospital Emílio Ribas, referência em doenças contagiosas em São Paulo, atesta os bons resultados da vacinação. Os dados dão conta de que quase nove em cada 10 pacientes internados com coronavírus no hospital não estavam com esquema vacinal completo, ou não tinham sido vacinados.

De 1.172 pacientes observados, apenas 138 tinham tomado as duas doses ou vacina de dose única. Entre janeiro e setembro, morreram 274 pessoas no hospital. Destes, 237 não estavam vacinados; 21 tinham recebido a primeira dose e 16, as duas. “Esse número chapado, do jeito que está, já mostra claramente o papel da vacina na contenção da pandemia. E esse recorte é importante porque, na primeira fase, a vacinação abrangeu os sujeitos mais vulneráveis, a população do extremo da faixa etária”, disse em entrevista coletiva o médico infectologista Jamal Suleiman.

Bolsonarismo contra a vida

Estudos chamados “do mundo real” cumprem um papel decisivo, de acordo com os médicos, de conscientizar para a importância da vacinação. Embora conte com boa adesão da sociedade , a imunização contra a covid ainda enfrenta desafios no Brasil. Além do atraso no início do processo, o presidente Jair Bolsonaro é porta-voz do negacionismo no país. Ele é responsável direto por disseminar mentiras sobre a segurança das vacinas, do uso de máscaras e de estimular e promover aglomerações constantemente.

Um dos resultados dessa investida de grupos negacionistas foi levantada hoje pelo portal Metrópoles. Policiais e bombeiros militares pelo país, grupo com grande presença de bolsonaristas, estão em atraso em relação ao restante da população. São 76,2 mil policiais sem nenhuma dose de vacinas, ou 9,85% de todo o contingente. Como grupo prioritário, os trabalhadores da segurança pública tiveram acesso aos imunizantes facilitado ainda em janeiro.

No topo da lista de faltosos está o Maranhão, com apenas 45% dos membros das forças de segurança e salvamento imunizados. Na sequência vem o Acre, com 51,7%; a Paraíba, com 53,2%; e o Paraná, com 53,1%. “As informações vindas do governo federal são muito consumidas por esse público. E temos o maior líder político do país com esse discurso. Então para eles não é fake news, é tudo verdade”, disse o doutor em Administração Pública e governo pela FGV e associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública Alan Fernandes, em entrevista ao Metrópoles.

Inflação alta destrói o consumo das famílias brasileiras

 As vendas no varejo caíram 3,1% em relação ao mês anterior (o pior resultado mensal) e 4,1% na comparação com agosto do ano passado

(Foto: Reprodução)

Da Rede Brasil Atual – Assim como ocorreu na indústria, o movimento no comércio varejista brasileiro também teve retração em agosto. As vendas no varejo caíram 3,1% em relação ao mês anterior (o pior resultado mensal) e 4,1% na comparação com agosto do ano passado. Os acumulados, também sobre uma base de comparação fraca, mostram resultados positivos, no ano (5,1%) e em 12 meses (5%), segundo informou o IBGE nesta quarta-feira (6).

Já no chamado comércio varejista ampliado, que inclui veículos/motos e peças, além de material e construção, as vendas caíram 2,5% de julho para agosto e ficaram estáveis em relação a igual mês de 2020, interrompendo uma sequência positiva de cinco meses. Sobem 9,8% no ano e 8% em 12 meses.

Seis das oito atividades pesquisadas caíram em agosto, aponta o IBGE. O comércio de combustíveis e lubrificantes, por exemplo, recuou 2,4%, enquanto o que inclui hiper e supermercados, alimentação e bebidas, teve queda de 0,9%. O segmento de vestuário e calçados cresceu 2%.

“Hiper e supermercados, assim como combustíveis e lubrificantes, vêm sendo impactados pela escalada da inflação nos últimos meses, o que diminui o ímpeto de consumo das famílias e empresas”, comenta o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. “A receita nominal de hiper e supermercados ficou perto de zero (0,3%) e a de combustíveis recuou 0,7%. Houve efetivamente um gasto menor das famílias na passagem de julho para agosto”, diz o analista.

Em relação a agosto do ano passado, as vendas de móveis e eletrodomésticos caíram 19,8% (terceira taxa negativa consecutiva, após quatro altas) e a de hiper/supermercados recuaram 4,6%. Vestuário subiu 1%, enquanto o varejo de combustíveis ficou praticamente estável (0,4%). No ampliado, veículos/motos e peças registrou aumento de 16,8%, enquanto o comércio de material de construção caiu 7,1%. O segmento que inclui lojas de departamento também teve queda, de 1,7%.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Percepção de que Lula é mais apto para combater a corrupção do que Moro é a maior derrota da imprensa brasileira

 Pesquisa Quaest demonstra que os brasileiros despertaram contra a máquina de desinformação criada contra o ex-presidente Lula e de propaganda pró-Moro pela mídia comercial

(Foto: Reprodução | ABr)

A pesquisa Quaest, que mostra a vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em todos os cenários, não chega a ser surpreendente. O levantamento perguntou quem é o melhor candidato à Presidência da República para controlar a economia. Lula aparece à frente com 44%, Bolsonaro tem 18%, Ciro, 6%, Moro, 4%, seguidos pelo governador João Doria, o apresentador José Luiz Datena e a empresária Luiza Trajano, com 2% cada, e o governador Eduardo Leite, com 1%.

O que chamou a atenção de setores da imprensa comercial foi um tópico seguinte. Lula está à frente nos outros temas consultados, como combater a corrupção. Nesse item, ele aponta 28%, frente a 24% de Bolsonaro, 5% de Ciro, Doria e Datena, com 2%, Trajano e Leite, com 1%. Não sabem ou não responderam, 19%. O ex-ministro da Justiça e ex-juiz federal, Sergio Moro, que condenou Lula por corrupção (decisão que foi, neste ano, anulada pelo Supremo Tribunal Federal, que também declarou o ex-magistrado suspeito), teve 14% nesse quesito.

Os brasileiros, portanto, consideram Lula mais honesto do que Moro – ou, numa hipótese mais benigna para o ex-juiz declarado suspeito pelo Supremo Tribunal Federal, mais apto a combater a corrupção. O levantamento revela que os brasileiros despertam contra a máquina de desinformação criada contra o ex-presidente Lula, que foi também uma máquina de propaganda a favor de Moro. Mas quais foram os resultados deste "combate à corrupção"? Na prática, a ascensão de um governo miliciano marcado por corrupção, a destruição da economia, desemprego recorde e o enriquecimento do ex-juiz que se apresentava como paladino da moral. Confira algumas reações à pesquisa:

 

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Bolsonaro é hostilizado em Belo Horizonte: "vagabundo" (vídeo)

 Ao falar que o Brasil estava há 600 dias sob a pandemia do novo coronavírus, Bolsonaro foi alvo de xingamentos e vaias. Um dos manifestantes o chamou de "vagabundo" e outro disse "volta Lula"


Jair Bolsonaro foi hostilizado na manhã desta quinta-feira (30) enquanto discursava na cerimônia de sanção do projeto para obras do Metrô de Belo Horizonte e de lançamento do Centro Nacional de Vacinas MCTI – UFMG.

Ao falar que o Brasil estava há 600 dias sob a pandemia do novo coronavírus, Bolsonaro foi alvo de xingamentos e vaias. Um dos manifestantes o chamou de "vagabundo" e outro disse "volta Lula". 

Dirigindo a uma mulher, Bolsonaro disse que disse que não iria ofender a senhora que havia direcionado críticas a ele, já que, segundo Bolsonaro, ela “não tem cérebro”.

“Isso é bom que aconteça. Eu não vou ofender essa senhora que proferiu essas palavras, que nem deu para entender. Diz o velho ditado: quem até os 30 (anos) não foi de esquerda não tem coração. Quem depois dos 30 continua na esquerda não tem cérebro”, disse o mandatário.

Assista:

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Zap de Bolsonaro revela um monstro que exalta Pinochet, ataca vacina, espalha mentiras e faz piadas homofóbicas

 Mensagens revelam o que Jair Bolsonaro realmente pensa em sua intimidade


 O jornalista Paulo Cappelli, do jornal O Globo, teve acesso a mensagens enviadas nos últimos dias por Jair Bolsonaro a seus contatos no aplicativo, que incluem notícias falsas sobre vacinação de jovens, vídeo elogioso ao ditador chileno, piadas preconceituosas e ataques a adversários. Numa das mensagens, Bolsonaro afirma que a vacina da Pfizer, distribuída pelo governo federal, estaria matando jovens. "Bolsonaro também compartilhou vídeo com elogios ao ditador chileno Augusto Pinochet e deu a entender que, se a esquerda voltar ao poder, o Brasil terá um destino preocupante", informa Cappelli, em sua reportagem.

Em suas mensagens, Bolsonaro também ataca a China, país que mais compra produtos brasileiros e mais investe no Brasil. "Outro vídeo compartilhado por Bolsonaro mostra Lula, em entrevista, elogiando a China, enquanto cachorros mortos sendo comercializados como alimentos aparecem em imagens. Em outro momento do vídeo com Lula, uma criança leva surra de suposto professor chinês dentro de sala de aula", informa Cappelli.

Por fim, Bolsonaro também espalha homofobia. "Na segunda-feira, ele compartilhou um conteúdo que mostra pessoas aparentemente num protesto por direitos da comunidade LGBT queimando uma bandeira do Brasil", aponta o jornalista. "Não foi a única mensagem preconceituosa. Na madrugada do último domingo, Bolsonaro remeteu um vídeo no qual o músico Rogério Skylab diz ter tido relações homossexuais sem, no entanto, considerar-se gay: 'Já dei três vezes, mas sou hétero'. Logo depois, Bolsonaro completa: 'Até três vezes pode.'”

Motociatas de Bolsonaro deram prejuízo de quase R$ 3 milhões aos cofres públicos

 A cifra é bem maior porque o governo federal só divulgou os dados de 5 dos 12 eventos promovidos por Bolsonaro

(Foto: Foto: Alan Santos/PR)

As motociatas de Jair Bolsonaro já custaram ao menos R$ 2,8 milhões aos cofres públicos. 

A informação é da Folha de S.Paulo, que obteve os dados via Lei de Acesso à Informação.

A soma leva em conta as despesas com o cartão de pagamento do governo federal, informadas pela Secretaria-Geral da Presidência, e os custos assumidos pelos estados para garantir a segurança da população e da comitiva de Bolsonaro.

A cifra pode ser bem maior, pois o governo federal publicizou, por enquanto, apenas despesas relativas a 5 das 12 motociatas promovidas por Bolsonaro. 

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Arrecadando milhões Prefeitura de Carnaubais vai pagar funcionários com até 12 dias de atraso

 

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A publicação aconteceu ontem no Jornal Oficial do Municipio, o decreto estava pronto desde o dia 17 de setembro, foi elaborado dentro da programação do aniversário da caidade, um dia antes de Carnaubais completar 58 anos. Com isto, cai por terra a informação plantada de que esse atraso nos pagamentos se dará em virtude de um pedido feito pelos comerciantes apos uma reunião sendo que esta ocorreu semana após.

Na história de Carnaubais, todoos os prefeitos que optaram por pagar com atraso ficaram devendo no minimo um mês de salário aos servidores.

Bolsonaro ironiza Faria Lima, critica mercado "nervosinho" e avisa que vai aumentar de novo os combustíveis

  Depois de estourar o teto de gastos, Jair Bolsonaro critica investidores e reforça sua aposta no caos econômico e na destruição do País (F...