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sábado, 2 de julho de 2022

Vivas para Luizinho Cavalcante!

Neste dia parabenizo o prefeito que mudou a história de Carnaubais dando dignidade a toda nossa população: Luizinho Cavalcante, felicidades mil nesta data do seu aniversário.

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Terço de um ano de felcimento de Erotides Marques



O dia 05/07/2021 é a data em que perdemos nossa guerreira e querida Ero! E neste dia 05/07/2022 faz um ano de sua partida😔 neste mesmo dia, será realizado o terço de um ano de falecimento aqui em sua residência. Conto com sua presença!

Prefeita de Carnaubais dá de "presente" de São Pedro o pagamento aos servidores

 


Bolsonaro pergunta 'o que falta para sermos felizes' e público responde: 'Lula voltar' (vídeo)

 Jair Bolsonaro viu o quanto a população está insatisfeita com o seu governo, ao ouvir o nome do ex-presidente Lula durante um evento no MS

www.brasil247.com - Evento com Jair Bolsonaro em Campo Grande e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Evento com Jair Bolsonaro em Campo Grande e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Clauber Cleber Caetano/PR | Ricardo Stuckert)

Jair Bolsonaro (PL) perguntou ao público nesta quinta-feira (30), em Campo Grande (MS), o que "falta para nós sermos felizes e aproveitarmos". "O Lula voltar", respondeu uma pessoa. 

De acordo com pesquisa Datafolha, divulgada no dia 23 deste mês, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve 47% das intenções de voto no primeiro turno, contra 28% do seu adversário na pesquisa estimulada. Todos os adversários do petista somaram 41%, ou seja, a eleição seria decidida em primeiro turno. 

Os números mostraram que, levando em consideração somente os votos válidos, o ex-presidente teria 53,4%.

A pesquisa apontou que a rejeição a Bolsonaro foi superior a 60% entre desempregados, negros e mulheres.




quarta-feira, 29 de junho de 2022

Foto legenda: Estrada da Varzea recém "recuperada" pela prefeitura de Carnaubais com emenda de um parlamentar

 



PRF recua e derruba sigilo de 100 anos imposto ao histórico de policiais que mataram Genivaldo de Jesus em 'câmara de gás'

 Segundo a PRF, apenas um dos cinco policiais envolvidos na morte de Genivaldo de Jesus Santos tem processos administrativos disciplinares em seu histórico

www.brasil247.com - Genivaldo de Jesus

Genivaldo de Jesus (Foto: Reprodução)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) voltou atrás da decisão que impôs sigilo de 100 anos sobre os processos administrativos envolvendo os cinco agentes envolvidas na abordagem que resultou na morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, em Umbaúba, Sergipe, em uma espécie de “câmara de gás” improvisada no interior de uma viatura da corporação. O caso ocorreu em maio deste ano. De acordo com o Metrópoles, “entre os cinco policiais envolvidos no caso, apenas Kleber Freitas tem processos administrativos disciplinares em seu histórico. Ao todo, ele já respondeu por três”. Os documentos apontam que o agente foi punido por deixar de renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), por causar “dano a veículo retido na área do posto PRF” e por não inserir um boletim de acidente no sistema BR-Brasil.

“Não há processos administrativos concluídos contra os outros quatro policiais – Clenilson José dos Santos, Paulo Rodolpho Lima Nascimento, Adeilton dos Santos Nunes e William de Barros Noia”, diz um trecho da nota assinada pelo diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, enviada ao Metrópoles. 


terça-feira, 28 de junho de 2022

Cármen Lúcia vê 'gravidade' em denúncia de interferência de Bolsonaro em investigação da PF

 A ministra do Supremo fez referência às denúncias de que Jair Bolsonaro avisou o ex-ministro Milton Ribeiro sobre uma operação da PF contra um esquema de corrupção no MEC

www.brasil247.com - Cármen Lúcia e Milton Ribeiro

Cármen Lúcia e Milton Ribeiro (Foto: ABr)

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia afirmou nesta terça-feira (28) que vê "gravidade" na suposta interferência de Jair Bolsonaro nas investigações de corrupção no Ministério da Educação. A juíza enviou para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido apresentado pelo deputado federal Israel Batista (PSB-DF) para que Bolsonaro seja investigado. "Considerando os termos do relato apresentado e a gravidade do quadro narrado, manifeste-se a Procuradoria-Geral da República", escreveu Cármen em despacho. A informação foi publicada nesta terça-feira (28) em reportagem do portal G1

A Polícia Federal apura um esquema de tráfico de influência e corrupção no Ministério da Educação (MEC). De acordo com investigadores, membros da pasta liberavam dinheiro em troca de propina. 

Em um áudio, Ribeiro afirmou a uma pessoa que Bolsonaro tinha avisado o ex-ministro sobre uma operação no MEC. Esposa do ex-ministro, Myrian Ribeiro disse a um interlocutor que o ex-titular da pasta "tava sabendo" com antecedência da realização da operação policial.

Investigadores iniciaram as apurações sobre corrupção no MEC após a divulgação de um áudio, em março, quando Ribeiro afirmou que, a pedido de Bolsonaro, liberava dinheiro do MEC por indicação de dois pastores, Arilton Moura e Gilmar Santos.

A polícia prendeu Ribeiro, os dois pastores, o ex-assessor do MEC Luciano Musse, e Helder Bartolomeu, ex-assessor na Prefeitura de Goiânia e genro de Arilton.

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Bolsonaro decide oferecer asilo político a golpista presa na Bolívia

 Bolsonaro também afirmou que oferecerá asilo ao ex-comandante das Forças Armadas, Williams Kaliman, e ao ex-Comandante Geral da Polícia, Vladimir Calderón

www.brasil247.com - Jair Bolsonaro e Jeanine Áñez

Jair Bolsonaro e Jeanine Áñez (Foto: Alan Santos/PR | Reuters/Marco Bello)

Jair Bolsonaro anunciou que oferecerá asilo político à ex-presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, condenada em 10 de junho a dez anos de prisão.

Bolsonaro disse que Áñez é “uma mulher presa injustamente” e anunciou que vai buscá-la “para vir ao Brasil se o governo boliviano concordar”. "Estamos prontos para receber seu asilo, como daqueles outros dois que foram condenados a 10 anos de prisão", disse.

Áñez, acusada de terrorismo, sedição, conspiração e ações irregulares para assumir a Presidência em novembro de 2019, foi condenada a 10 anos pelo caso "Golpe II", juntamente com o ex-comandante das Forças Armadas, Williams Kaliman, e o ex-Comandante Geral da Polícia, Vladimir Calderón.

"Sei que Jeanine está presa, vi algumas imagens terríveis, uma mulher arrastada para a prisão, acusada de atos antidemocráticos", denunciou Bolsonaro em entrevista à televisão. Em outubro, assegurou que "o Brasil está colocando em prática questões de relações internacionais, de direitos humanos" e que o caso da Bolívia "lembra o que está acontecendo com o Supremo Tribunal Federal".

"Mesmo rótulo: atos antidemocráticos", acusou Bolsonaro, que foi incluído em uma investigação sobre "fake news", após pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diante de vários questionamentos sobre o atual sistema de votação.

Antecipando as eleições presidenciais de 2 de outubro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as pesquisas com 46%, enquanto Bolsonaro permanece estagnado em 32%, segundo pesquisa do banco de investimentos BTG Pactual.

Nesse sentido, Bolsonaro disse que o ex-presidente Evo Morales e o atual presidente Luis Arce "são amigos de Lula" e acusou o candidato de esquerda de "absolutamente não falar sobre o caso".

Questionado sobre as últimas vitórias da esquerda na Colômbia e no Chile, Bolsonaro destacou que agirá "sempre com cautela". Ele esclareceu que seu governo "vai continuar fazendo negócios" com o novo governo de Gustavo Petro, bem como com Chile e Argentina.

O caso de Áñez

Durante a entrevista, Bolsonaro relembrou os acontecimentos após as eleições de 2019 na Bolívia. Ele acredita que Áñez assumiu a presidência interina porque está estabelecida "na escala hierárquica" daquele país. "Ela assumiu a vaga de Evo Morales, que fugiu para a Argentina", disse Bolsonaro .

"Quando voltamos a ter eleições na Bolívia, o grupo aliado de Evo Morales venceu e depois que o presidente assumiu, (Áñez) foi detida preventivamente e cumpriu um ano de prisão", disse ele durante a entrevista, lembrando das duas tentativas de suicídio. “Fiquei um tempo sozinho com ela, uma pessoa muito legal e uma mulher acima de tudo”, disse Bolsonaro.  

Em grupo de conversa, ex-presidente da Petrobras diz que devolveu à empresa celular com mensagens que incriminariam Bolsonaro

 


Na véspera da reunião do Conselho de Administração da Petrobras para analisar o nome do novo comandante da estatal, uma troca de mensagens entre os ex-presidentes da empresa Roberto Castello Branco e do Banco do Brasil Rubem Novaes elevou a temperatura nos bastidores do governo e da petroleira.

O conteúdo das mensagens foi revelado pelo portal Metrópoles e confirmado pelo blog com economistas que participam do grupo em uma rede social, intitulado “Economistas do Brasil”. Em dado momento, Castello Branco chegou a dizer que o celular corporativo que ele devolveu para empresa continha mensagens e áudios que podem incriminar o presidente Jair Bolsonaro. Mas não falou que crimes seriam.

Caso Milton Ribeiro: Empresário detalha cobrança de propina para obter repasses do MEC

 Edvaldo Brito, que denunciou esquema no Ministério da Educação, revelou pedido de R$ 100 mil por parte de pastor próximo a Jair Bolsonaro

www.brasil247.com - O empresário Edvaldo Brito e o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro

O empresário Edvaldo Brito e o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro (Foto: Reprodução/TV Globo | Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

 O empresário Edvaldo Brito, responsável por denunciar o esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC) que levou à prisão do ex-ministro Milton Ribeiro, deu detalhes sobre como funcionava a cobrança de propina para receber repasses do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em entrevista ao Fantástico neste domingo (26).

O FNDE é responsável por distribuir verbas do MEC para estados e municípios. A polícia entende que, por intermédio dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, próximos de Milton Ribeiro e Jair Bolsonaro (PL), era cobrado o pagamento de propina para organizar reuniões e direcionar os recursos do FNDE.

“Eu descobri que o ministro tinha um gabinete itinerante. Os técnicos do FNDE iam para um determinado município, organizavam um evento em parceria com os municípios, e aí todos os outros municípios eram atendidos", disse Brito.

O empresário e radialista, então, conseguiu o contato de Gilmar Santos e agendou reunião em Brasília, em maio de 2021. “Eu vi que realmente tinha uma mesa lá em que ele atendia, conversava. Depois, chamava o outro na mesa.” Após a conversa, foi aprovada a ida do gabinete itinerante a Nova Odessa, cidade de Brito.

No entanto, depois disso, os pastores fizeram dois pedidos ao empresário: que ele e o prefeito do município interiorano fossem a Brasília para gravar um vídeo com o então ministro Milton Ribeiro, e o pagamento de uma propina no valor de R$ 100 mil, sob o pretexto de uma 'doação para uma obra missionária'.

“O próprio Arilton disse: ‘Olha, eu preciso que você faça uma doação. É para uma obra missionária’. Eu falei: ‘Tudo bem. E de quanto é essa doação?’, aí ele falou: ‘Ah, por volta de R$ 100 mil reais é a doação’. Eu falei: ‘É muito. Eu não tenho. Eu não tenho condição. Mas eu tenho amigos, pessoas, empresários que costumam investir na obra e que eu vou pedir a doação’”, detalhou Brito.

Milton Ribeiro, Arilton Moura, Gilmar Santos e outros dois suspeitos foram presos na última quarta-feira (22). No dia seguinte, foram soltos e agora respondem em liberdade. Por suspeita de interferência de Bolsonaro na investigação, o processo foi transferido ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última sexta-feira (24).

Pesquisa do banco BTG, em parceria com a FSB, confirma vitória de Lula contra Bolsonaro no segundo turno por 52% a 37%

 Levantamento do instituto não aponta vitória em primeiro turno


Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: RICARDO STUCKERT)

Uma nova pesquisa eleitoral divulgada nesta manhã, realizada pelo banco BTG Pactual em parceria com a FSB, confirma a vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas em segundo turno. De acordo com o instituto, Lula teria 52% dos votos contra 37% de Jair Bolsonaro. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula tem 43% contra 33% de Bolsonaro, 8% de Ciro Gomes, 3% de Simone Tebet, 2% de André Janones e 1% de Pablo Marçal. Ou seja: Lula teria 43%, contra 47% dos adversários somados – o que levaria a disputa para o segundo turno.

A pesquisa foi registrada no TSE com o número 05022-22, com duas mil entrevistas telefônicas – o que reduz o grau de precisão e tende a favorecer o bolsonarismo. Na mais recente pesquisa Datafolha, Lula vence em primeiro turno, com 53% dos votos válidos. 

A pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (23), mostrou  o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 19 pontos de vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL). O petista atingiu 47% das intenções de voto no primeiro turno, contra 28% do seu adversário na pesquisa estimulada, o que o levaria a uma vitória no primeiro turno, com 53% dos votos válidos.

Ciro Gomes (PDT) alcançou 8%. André Janones (Avante) teve 2%, e Simone Tebet (MDB), 1%. Pablo Marçal (Pros) e Vera Lucia (PSTU) também registraram 1% cada.

Brancos e nulos somaram 7%, e não souberam responder, 4%.

Foram entrevistados 2.556 eleitores em 181 cidades nos dias 22 e 23 de junho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. 

A pesquisa, realizada nessa quarta (22) e nesta quinta (23), foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 09088/2022.


Bolsonaro aciona dois ministérios para apurar 'abusos' de um aborto legal



Bolsonaro não sabe, porque não gosta de ler, mas é um fiel adepto de uma antiga teoria construída por Heráclito. Segundo esse filósofo grego, "a lei é como uma cerca: quando é forte passamos por baixo; quando é fraca passamos por cima." Como presidente, Bolsonaro deveria respeitar as leis. 

Como Bolsonaro, o presidente acha que pode atropelar a lei que autoriza o aborto de mulheres vítimas de estupro. Ele considerou "inadmissível" a interrupção da gravidez da menina de 11 anos que ralava com sua mãe desde o mês passado para ver a lei cumprida em Santa Catarina. 

Pressionado pela repercussão internacional do caso e pelo Ministério Público, o hospital universitário de Florianópolis realizou, finalmente o aborto. Inconformado, Bolsonaro diz ter solicitado ao Ministério da Justiça e à pasta da Família que "apurem os abusos cometidos pelos envolvidos nesse processo".

Deus e o diabo na terra dos pastores do capitão

 


Quando o pastor Milton Ribeiro disse para sua filha, resignado, "Deus vai cuidar", segundo diálogos captados em grampo legal, não suspeitava que, embora Ele esteja em toda parte, o demônio ainda controla o imponderável e alguns setores da Polícia Federal. "O presidente me ligou, ele tá com um pressentimento...", contou o pastor à filha. Pressentir é sentir antecipadamente a ocorrência de um fato futuro.

Que antevisão teria tido Bolsonaro? "Eles podem querer atingi-lo através de mim... É que eu tenho mandado versículos pra ele, né?" A filha do pastor, voz angelical, estranhou: "Ahhhh... Ele quer que você pare de mandar mensagens?" 

A moça soou como se já tivesse ciência do teor dos "versículos" que seu pai despejava dentro do WhatsApp de Bolsonaro. Milton não precisou explicar que raios de versos bíblicos eram aqueles. 

Ele apenas atalhou a filha: "Não! Não é isso..." O problema não estava no envio de trechos do novíssimo Testamento que inspira a relação do ex-ministro com o ex-chefe. A questão era que Bolsonaro pressentira que o sacrossanto relacionamento estava prestes a ser devassado: "Ele acha que vão fazer uma busca e apreensão... Em casa... Sabe?"

domingo, 26 de junho de 2022

Aparecem comprovantes de depósitos para pastores picaretas no escândalo Milton Ribeiro

 Genro do pastor Gilmar Santos recebeu R$ 17 mil em negociação de evento com a presença do então ministro Milton Ribeiro

www.brasil247.com - Arilton Moura e Gilmar Santos com Bolsonaro e Milton Ribeiro com Gilmar Santos

Arilton Moura e Gilmar Santos com Bolsonaro e Milton Ribeiro com Gilmar Santos (Foto: Reprodução)
O genro do pastor bolsonarista Gilmar Santos, Wesley Costa de Jesus, recebeu R$ 17 mil em negociação de evento com a presença do ex-ministro Milton Ribeiro, no interior de São Paulo. A informação é do jornal Folha de S. Paulo, em novas revelações sobre a corrupção no Ministério da Educação no governo Jair Bolsonaro.

Comprovantes de depósitos realizados nas contas de parentes dos pastores suspeitos foram enviados à Controladoria-Geral da União (CGU) pelo empresário José Edvaldo Brito. Segundo informação divulgada no Jornal Nacional deste sábado (25), o comprovante de pagamento data do dia 05 de agosto de 2021. O depositante é a Sime Prag do Brasil LTDA ME (uma empresa de dedetização).

Gilmar dos Santos é um dos pastores que foram alvo da operação da PF nesta quarta (22). O outro é Arilton Moura. Os dois são investigados por suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do Ministério da Educação (MEC).

O parecer do Ministério Público que serviu de base da operação contra os pastores e o ex-ministro menciona um relatório da CGU e cita que "Danilo Felipe Franco realizou três transferências bancárias a pessoas ligadas ao pastor Arilton Moura, totalizando R$ 67 mil. Os três depósitos, para Wesley, Musse e Helder, somam R$ 67 mil".

Segundo o JN, o evento do ministro Milton Ribeiro com prefeitos da região de Nova Odessa, aconteceu em 21 de agosto, 16 dias depois dos pagamentos. O evento foi organizado pelos pastores que estão sob investigação. 

Segundo as investigações da Polícia Federal, o pastor Arilton Moura pediu R$ 100 mil ao empresário José Edvaldo Brito, em troca da realização do evento em Odessa. O empresário disse que fez os depósitos a pedido do pastor Arilton Moura. Segundo ele, os recursos seriam para ações filantrópicas.

Bolsonarismo é um sistema quadrilheiro que se desnuda

 "É um sistema quadrilheiro que começa a desvendar-se. Ficam bem à vista duas estruturas que têm a Presidência da República como elo entre elas", 

www.brasil247.com - Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação de Bolsonaro

Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação de Bolsonaro (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil | Alan Santos/PR | Reuters)
O jornalista Janio de Freitas afirma, em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo,  que o escândalo causado pela revelação de que Jair Bolsonaro avisou o pastor e ex-ministro da Educação Milton Ribeiro sobre a operação da Polícia Federal em sua casa, expõe “um sistema quadrilheiro" que funciona dentro do atual governo.  

“É um sistema quadrilheiro que começa a desvendar-se. Ficam bem à vista duas estruturas que têm a Presidência da República como elo entre elas. Uma age dentro da administração pública, em torno dos cofres, e reúne pastores da corrupção religiosa, ocupantes de altos cargos e políticos federais e estaduais. A outra age do governo para fora, na exploração ilegal da Amazônia, em concessões injustificáveis, e em tanto mais. Duas estruturas independentes que se conectam na mesma fonte de incentivos, facilitações e proteção para as práticas criminais”, afirma o jornalista.

"Uma das várias dificuldades iniciais para avançar com a investigação está na própria PF, em que se confrontam a polícia de policiais e a polícia de delinquentes (por comprometimento político ou não). O embate público dos dois lados apenas começou, com a certeza de que o aviso dado por Bolsonaro partiu da PF contra a PF e, preso o ex-ministro, com ações a protegê-lo”, avalia.

Ainda segundo ele, “é imprevisível o que se seguirá no confronto de extrema gravidade: sem uma limpeza no quadro de chefes de inquéritos, a confiança na PF dependerá de saber, como preliminar, se a ação policial é de policiais ou de delinquentes. E não é fácil sabê-lo”.

Janio destaca, ainda, que “eram dois os informados da então próxima prisão de Milton Ribeiro: o diretor-geral da PF, delegado Márcio Nunes de Oliveira, e o delegado Anderson Torres, ministro da Justiça que acompanhava Bolsonaro nos Estados Unidos, sem razão oficial para isso, quando o ex-ministro recebeu de lá o telefonema sobre a busca policial. Sem o esclarecimento dos seus papéis nessa transgressão, os dois bastam para comprometer a PF até como instituição”.

Bolsonaro estava ao lado do ministro da Justiça quando disse a Milton Ribeiro ter "pressentimento" sobre ação da Polícia Federal

 Ao ligar para o investigado, Jair Bolsonaro cometeu crime de obstrução judicial, em mais um motivo para impeachment

www.brasil247.com - Jair Bolsonaro durante encontro com o Secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Gustavo Torres.

Jair Bolsonaro durante encontro com o Secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Gustavo Torres. (Foto: Carolina Antunes/PR)
O crime de obstrução judicial atribuído a Jair Bolsonaro, por ter alertado o ex-ministro Milton Ribeiro sobre uma ação da Polícia Federal, pode envolver também o ministro da Justiça, Anderson Torres. "O presidente Jair Bolsonaro (PL) estava em viagem aos Estados Unidos quando, segundo o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, ligou para alertar que ele poderia ser alvo de buscas na investigação sobre o gabinete paralelo de pastores no Ministério da Educação (MEC). Bolsonaro viajou a Los Angeles para participar da IX Cúpula das Américas. Ele também teve um encontro com o presidente americano Joe Biden. O ministro da Justiça, Anderson Torres, estava na comitiva brasileira. A Polícia Federal (PF), responsável pela operação que dias depois chegou a prender Ribeiro, integra a pasta. A PF mantém o ministro informado de suas missões diariamente. A própria agenda oficial de Torres cita a participação no evento", informam os jornalistas Fausto Macedo, Rayssa Motta, Pepita Ortega e Julia Affonso, em reportagem publicada no Estado de S. Paulo.

sábado, 25 de junho de 2022

Caso áudio comprometedor seja comprovado, Bolsonaro pode ser enquadrado em três crimes

 Segundo membros do MPF, Jair Bolsonaro poderá responder pelos crimes de obstrução de Justiça, favorecimento pessoal e violação de sigilo funcional

www.brasil247.com - Milton Ribeiro e Jair Bolsonaro

Milton Ribeiro e Jair Bolsonaro (Foto: Carolina Antunes/PR)

Integrantes do Ministério Público Federal (MPF) consideram que se for comprovado que Jair Bolsonaro repassou informações privilegiadas para o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro sobre a operação da Polícia Federal (PF) que resultou na sua prisão, o atual ocupante do Palácio do Planalto poderá ser enquadrado em ao menos três crimes: obstrução de Justiça, favorecimento pessoal e violação de sigilo funcional. 

“Qualquer indício de interferência presidencial numa investigação da PF é algo grave. Se há elementos suficientes para desencadear uma investigação é o PGR que vai dizer e sua manifestação se dará no âmbito do STF”, disse um um integrante da Procuradoria-Geral da República (PGR) à coluna da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

A abertura de uma investigação contra Bolsonaro, porém, depende que o procurador-geral da República, Augusto Aras, apresente o pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF). Como Aras é aliado próximo de Jair Bolsonaro existe a dúvida de que ele venha a formular o pedido para que o atual ocupante do Palácio do Planalto seja investigado. 

Fome avança no governo Bolsonaro e renda dos 5% mais pobres não compra nem dois "pratos feitos" por mês

 Rendimento mensal domiciliar per capita chegou a R$ 39 em 2021, uma queda de 33,9% sobre o exercício anterior

www.brasil247.com -

(Foto: Reuters)

O avanço da inflação e a crise decorrentes da falta de rumo da política econômica do governo Jair Bolsonaro fazem com que a  renda média da parcela dos 5% brasileiros mais pobres seja insuficiente para comprar dois pratos feitos por mês ou um quilo de carne por mês em uma grande cidade como São Paulo. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.  

Segundo o 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, divulgado no início de junto, 33 milhões de pessoas passam fome atualmente no país, patamar semelhante ao registrado 30 anos atrás, quando a fome alcançava 32 milhões de brasileiros. 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  os quase 10 milhões de pessoas que integravam o grupo dos brasileiros mais pobres em 20121 viram, em média, o rendimento mensal domiciliar per capita chegar a R$ 39, uma queda de 33,9% sobre o exercício anterior.

"O pior é que, além de a renda das camadas mais pobres ser muito baixa, ela é instável. Flutua muito", disse o economista Marcelo Neri, diretor do centro de políticas sociais FGV Social, em entrevista ao periódico.

Ainda segundo a reportagem, “uma análise recente do FGV Social, a partir de dados do Gallup World Poll, a parcela de brasileiros sem dinheiro para alimentar a si ou a sua família em algum momento dos últimos 12 meses subiu de 30% em 2019 para 36% em 2021. O percentual é recorde na série iniciada em 2006”.

Vivas para Luizinho Cavalcante!

Neste dia parabenizo o prefeito que mudou a história de Carnaubais dando dignidade a toda nossa população: Luizinho Cavalcante, felicidades ...